Boletim - 17/04/2010

21 a 25 de Abril: Campori Cariocão

8 de Maio: Vigilia de Jejum e Oração

15 de Maio: Impacto Esperança


16 a 22 de Maio: Semana da Familia

22 de Maio: Dia do Amigo

22 de Maio: Lares de Esperança


28 a 30 de Maio: Encontro de ADRA-ARJS/ECC

02 a 06 de Junho: Radical Camp

06 de Junho: Trimestral (Nova Iguaçu e Volta Redonda)

12 de Junho: Lançamento da Recolta

12 de Junho: Jantar dos Namorados
R$ 45,00 (divididos em até 3 vezes) Informações Equepe JA
13 de Junho: Casa Aberta (Nova Iguaçu)

13 de Junho: Clubão

26 de Junho: Dia do Reencontro

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Ellen White e a Bateria

O assunto do uso da bateria parece ter sido predominante nas comunidades adventistas no ano de 2009. No centro dessas discussões está a passagem de Ellen White em que ela diz:


"As coisas que descrevestes em Indiana, o Senhor revelou-me que haviam de ter lugar imediatamente, antes da terminação da graça. Demonstrar-se-á tudo quanto é estranho. Haverá gritos com tambores, música e dança. Os sentidos dos seres racionais ficarão tão confundidos que não se pode confiar neles quanto a decisões retas. E isto será chamado operarão do Espírito Santo." (ME 1, 36).

No mês de maio do ano passado, publiquei um artigo no meu blog www.AdventismoRelevante.com sobre a famosa "profecia de Indiana". O artigo "Ellen White Era Contra a Bateria na Música Sacra"? recebeu vasta propagação pela internet, segundo minhas fontes. As reações foram as mais diversas, desde aplausos de líderes da obra, pastores e até professores do Unasp pelos esclarecimentos e equilíbrio até ira e ataques pessoais de muitos blogueiros e irmãos ultra-conservadores na questão da música.

A despeito de toda a apologia em favor do uso da percussão na música sacra à luz da Bíblia, o "ano da bateria" foi fechado com "chave de ouro" com a publicação na Revista Adventista no mês de Dezembro do artigo condenando a percussão pelo Dr. Ozéas Moura intitulado "O Uso de Instrumentos de Percussão na Música Sacra". Clique aqui e aqui para ler minhas resenhas sobre o artigo.

Gostaria de postar aqui algumas breves reflexões sobre o tema após vários meses de conversas com outros irmãos, músicos e pastores. Esses contatos foram cruciais para lapidar os argumentos.

Hoje posto uma declaração do livro Mensagens Escolhidas, vol. 3, p. 287 que lança luz sobre o uso que muitos fazem dos escritos de Ellen White.Vejam como elas se aplicam ao abuso que ainda se faz quanto ao episódio de Indiana:

"Vemos os que escolhem as expressões mais fortes dos testemunhos e sem fazer uma exposição ou um relato das circunstâncias em que são dados os avisos e advertências, querem impô-los em todos os casos. Assim eles produzem maléficas impressões na mente das pessoas. Há sempre os que são propensos a apossar-se de alguma coisa de tal índole que possa ser usada por eles para prender as pessoas a rigorosa e severa prova, e que inserirão elementos de seu próprio caráter nas reformas. Isso, desde o início, suscita a combatividade daqueles mesmos que eles poderiam ajudar se agissem cautelosamente, exercendo uma influência salutar que levaria as pessoas com eles. Empreenderão a obra fazendo injúria contra as pessoas. Escolhendo algumas coisas nos testemunhos, impõem-nas a todos, e, em vez de ganhar almas, repelem-nas. Causam divisões, quando podiam e deviam promover a harmonia"

"Não apanhem os indivíduos as declarações mais fortes, feitas a pessoas e famílias [nota: neste caso Igrejas de Indiana], impondo essas coisas porque desejam usar o açoite e ter algo para impor. Tomem esses temperamentos ativos e resolutos a Palavra de Deus e os testemunhos, que apresentam a necessidade de clemência, amor e perfeita unidade, e labutem zelosa e perseverantemente. Com o próprio coração abrandado e enternecido pela graça de Cristo, com espírito humilde e cheio da essência da bondade humana, eles não produzirão preconceitos, nem causarão dissensões, e não debilitarão as igrejas."

André Reis

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Nesse culto não se improvisa

- Um número?

- 12.

- 70.

- 230.

- 333.

- 425.

Não, não é um leilão para ver quem dá mais por um objeto valioso. É só um regente democrático que concede à congregação a decisão de escolher uma música do hinário para ser cantada.

Ele olha para trás como se olhasse para as coxias de um teatro por onde entrarão os membros da igreja acompanhando o pregador do culto. Alguém acena de lá e o regente entende que deve enrolar, digo, cantar mais uma música com a igreja enquanto seu pastor não vem. O regente aproveita para sem a menor cerimônia avisar que “enquanto a plataforma não entra, cantemos mais um hino em honra em louvor ao nosso Deus”. Isso é o que ele fala, mas o que a congregação entende é: “Estão nos enrolando com essa música tapa-buraco para atrasos eclesiásticos”. Subitamente, ele é avisado de que a “plataforma” vai entrar, ele corta o hino pela metade e já puxa o famoso intróito.

Que bonito, que beleza que é o senso de improviso do adorador brasileiro! Se a Reforma tivesse começado com esse tipo de improviso na liturgia, eu não daria quarenta dias para o povo voltar para a ordem da missa.

O improviso no culto já começa pela roupa dos músicos. Por que o instrumentista acha que é só o regente que tem que estar com o vestuário adequado? E não estou falando de terno e gravata. Os pianistas, talvez acostumados ao figurino formal dos concertos, dificilmente erram. Mas o guitarrista e, quando há um, o baterista acham o máximo seguir o manual Joselito de reverência que diz que, se há uma solenidade, vá com uma roupa que grite que você é jovem e não está nem aí para as formalidades.

Todos prontos, cada um no seu lugar, é hora de cantar e tocar. Há uma introdução instrumental e... o regente improvisa as falas, o pianista baixa a cabeça e faz o que bem entende com o andamento, o guitarrista toca acordes diferentes do pianista e o saxofonista faz improvisos durante as três estrofes.

Dificilmente há ensaio e costuma-se jogar a responsabilidade para o Espírito Santo, que além de Consolador terá que soprar a letra no ouvido dos cantores e lembrar as notas para os músicos.

Nem sempre se poderá ensaiar com todo mundo, mas um breve ensaio de acertos meia hora antes do culto já previne muitos problemas.

É isso que acontece nos momentos de louvor de sua igreja? Quer fazer diferente?

Escolha as músicas antecipadamente. Providencie uma ligação temática entre as músicas. Compartilhe sugestões com seus colegas músicos e cantores da igreja. Perceba o que é adequado cantar e falar para a sua igreja. E nunca desconsidere a comunhão e o preparo.

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estauração do Casamento

UM CASAMENTO QUE ESTÁ SE ACABANDO. QUAL A PARTE DA MULHER?

Se vocês têm brigado por motivos fúteis, o ideal é estabelecerem um acordo para que as mínimas coisas não se tornem uma tempestade num copo d'água. Eu não sei quem é o culpado pelo início das brigas, mas geralmente são os dois, pois, como diz o ditado: "dois não brigam quando um não quer". Então quero listar algumas atitudes simples que VOCÊ, como mulher virtuosa, pode começar fazendo sem esperar, por enquanto, retorno do seu marido. Simplesmente faça!

1 - Perdoe seu marido por qualquer coisa. Esse é o primeiro e fundamental passo. Perdoar nem sempre é esquecer, mas é lembrar sem ressentimentos ou dor.

2 - Ajude-o a entender o que a ofende: Ele não vai saber se você não falar pra ele. Mas fale em tom de quem ama e não de quem quer agredir. Existe a coisa certa a falar, na hora certa e do jeito certo. A maioria das coisas se resolvem com um diálogo. Comece elogiando-o.

3 - Oriente-o a não repetir as ofensas. Quando ele te agradir, em tom suave diga: "Amor, não fala assim comigo. Já te falei que isso me ofende".

4 - Trate-o como a pessoa mais especial do mundo. Mesmo quando ele for rude. Mantenha as coisas dele sempre arrumadas, a refeição pronta, envie mensagens de celular apreciando-o como homem, como pai e como profissional.

5 - Ore muito. A oração faz a diferença. Ore sozinha e em silêncio mas também convide-o para orarem abraçadinhos. Quando ele sair pra trabalhar beije-o e diga:"Deus te abençoe meu amor"

6 - Coloque livros esclarecedores sobre felicidade no casamento ao alcance dele. Na mesa da cozinha, na sala, no quarto... etc.

7 - Tente levá-lo a encontros e palestras para casais;

8 - Se preciso consulte um psicológo cristão, ou um terapeuta familiar cristão. Não procure um que não seja cristão, pois, alguns dos conselhos deles geralmente são prejudiciais, pois, estão em desacordo com a palavra de Deus.

9 - Ame a si mesma e invista em sua aparência e talentos. O homem gosta de ver a mulher se cuidando, se valorizando e principalmente LINDA para ele. Não permita que ele chegue em casa do trabalho e te encontre suja, suada, com roupas rasgadas e esgaçadas. Quando estiver perto do horário dele chegar se arrume e se perfume para ele e para você também.

10 - Sempre deitem-se para dormir à noite no mesmo horário. Dormir em horários diferentes mina a intimidade do casal.

11 - Procurem tomar as refeições juntos, no mesmo ambiente do lar, quando estiverem em casa. Um bom termômetro de uma família desestruturada é quando cada um pega seu prato e vai para diferentes cômodos da casa e cada um faz sua refeição sozinhos.
Sei que nem todos os conselhos acima são fáceis de serem colocados em prática tendo em vista o amor desgastado de vocês dois. Mas alguém tem que começar a mudança. E se você valoriza seu casamento, comece você! Mesmo sem sentir vontade, emoção ou paixão. Fazendo isso o amor voltará e você fará com que seu marido de envergonhe de atitudes ofensivas e passe a agir exatamente como você: com amor e genileza.

Estou torcendo por você,

Alessandro Oliveira

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Submissão Sadia

O texto a seguir é parte das respostas dadas a algumas pessoas que tem pedido aconselhamento e oração neste blog. Como muitas pessoas partilham dos mesmos problemas talvez os conselhos dados a elas sirvam para mais pessoas.

UMA MULHER QUE ESTÁ PARA CASAR MAS O NOIVO TEM TEMPERAMENTO FORTE E ELA SEMPRE CEDE ÀS SUAS VONTADES. SERIA ISSO A SUBMISSÃO BÍBLICA?

A submissão biblicamente falando é aceitar o homem como o líder da família. Mas, como Deus também diz que a mulher é uma "auxiliadora que lhe seja idônea" Gen. 2:18; ou, de acordo com a versão NTLH, "alguém que o ajude como se fosse sua outra metade", o homem precisa exercer sua liderança em comum acordo com sua esposa. Isto é, ele nunca deve decidir sozinho passando por cima da opinião, individualidade e personalidade da mulher que ele ama.

Se aquilo que ele disser estiver de acordo com os princípios da mulher e você como mulher sábia ver que aquela decisão específica que ele tomou é a melhor para todos, então submeta-se. Não queira brincar de cabo de guerra com seu marido apenas para mostrar que você também quer mandar. Mas se a decisão dele não foi a melhor, você precisa ter sabedoria, personalidade e principalmente calma para chamá-lo a um diálogo e dizer que não vai aceitar a decisão dele e que ele precisa repensar sua opinião. Mas lembre-se de falar com ele num tom de voz de quem ama e não de quem quer brigar.

Além do mais, o mesmo texto que diz que o homem é o cabeça da família, Efésios 5:22-25, também diz que o homem deve "amar a esposa como Cristo amou a igreja". E como Cristo amou a igreja? Ele morreu por ela. Então o homem que merece submissão de sua esposa é o mesmo que é capaz de se entregar até a morte por ela. Se seu noivo está disposto a isso, siga em frente e case com ele. Mas jamais se case com alguém se não tiver certeza que ele a fará feliz. Não case pensando que após casado ele mudará de atitudes. Acredite, ele não mudará. O que pode fazer é potencializar as atitudes, afinal, ele já conquistou a mulher amada, já casou com ela, então não precisa mudar nada por que ela casou com ele sabendo quem ele é - assim pensam alguns homens.

Não estou dizendo que pessoas com defeitos não mudem suas atitudes depois que se casam. Claro que se a pessoa quiser e com o poder de Deus todos podem mudar e melhorar para que o casamento seja feliz. Porém, isso acontecerá se a pessoa quiser mudar. Uma boa maneira de saber se ele quer mudar é testa-lo agora, antes de casar. Se ele não mostrar disposição agora isso será um sinal evidente de que após casado também não mudará. Você ainda pode escolher. Se você está satisfeita com ele assim mesmo, então vai em frente e sejam felizes para sempre.

Deus te abençoe,

Alessandro Oliveira

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Culto - 03/04/10






























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História da Igreja

História Mundial

A história de nossa Igreja pode ser dividida em dois tipos de ações: as Divinas e humanas.

A história de nossa Igreja iniciou-se muito antes de um ponto de partida estabelecido pelo homem. Começou com Deus e Seu Filho Jesus elaborando um plano para o homem caso caisse em pecado.

A palavra religião vem do latim "religare" que quer dizer, religar. Só se pode religar aquilo que foi desligado. A comunhão de Deus com o homem foi "desligada" quando Adão e Eva decidiram não obedecer e Cristo veio então à Terra para "religar" o que fôra desligado no Éden.

Esta história de salvação está escrita na Bíblia, e você poderá encontrar nos estudos bíblicos. Nestes estudos bíblicos você poderá ter contato com tudo o que se passou e o que está por vir.

Entretanto a breve história que abaixo mencionamos não fala sobre este resgate Divino, contudo ela é bonita e mostra a Mão de Deus guiando nossos passos. Ela vai apenas mencionar os acontecimentos, as datas e alguns dos pioneiros de nossa fé.

Esperamos que vocês possam nos conhecer e se desejarem saber mais sobre a Maravilhosa Obra de Salvação, venha nos conhecer ou ainda veja os estudos bíblicos que disponibilizamos em nossa página.

De seus amigos adventistas.

Foi em março de 1844 que cerca de quarenta pessoas começaram a observar o Sábado em Washington e New Hampshire nos Estados Unidos. Ali alguns pastores Adventistas conheceram a verdade do Sábado nesse mesmo ano. Um deles, T. M. Preble, foi o primeiro que comunicou a verdade da guarda do Sábado como dia de repouso, por meio da imprensa, aos Adventistas.

No ano seguinte um artigo de Preble sobre o Sábado é escrito em East Weare, New Hampshire e datado de 13 de fevereiro de 1845, e em Portland, Maine, atraiu a atenção de Joseph Bates.

Em 8 de abril de 1846 foi publicado o primeiro documento escrito por uma pessoa relacionada com esta denominação e se dirigia ao "remanescente disperso". Este documento foi escrito por Ellen G. Harmon. Foram impressos 250 exemplares custeados por Thiago White e H. S. Gurney. Com a data de 8 de maio de 1846, Joseph Bates publicou o primeiro panfleto intitulado The Opening Heavens (Os Céus se Abrem). Tinha 40 páginas. Em agosto, Joseph Bates publicou um panfleto de 48 páginas, intitulado The Seventh Day Sabbath, a Perpetual Sign (O Sábado do Sétimo Dia, um Sinal Perpétuo), acerca do qual Thiago White disse na Review and Herald, vol. 2 p. 61: "Confirmou-nos acerca do tema". "No outono de 1846 começamos a observar o Sábado bíblico, assim como a ensiná-lo e entendê-lo" (Ellen G. White, Testimonies for the Church, vol. 1, p. 75).

Dois anos depois foi realizada a primeira reunião geral dos observadores do Sábado, nos dias 20 e 21 de abril, em Rocky Hill, a doze quilômetros de Middletown, Connecticut, com 30 pessoas presentes.

Já em 1849 surgiu o primeiro periódico The Present Truth (A Verdade Presente) em edição quinzenal e foi fundado por Thiago White. Saiu do prelo em julho, em Middletown, Connecticut. Foram publicados 11 edições até novembro de 1850. No total foram impressas 88 páginas: de 10 x 20 cm. Foi impresso também o primeiro hinário, de 48 páginas, com 50 hinos sem música.

Em novembro de 1850, iniciou-se como periódico mensal a Second Advent Review and Sabbath Herald, em Paris, Maine; a comissão editora era composta de Joseph Bates, S. W. Rhodes, J. N. Andrews e Thiago White como redator.

A Review and Herald foi publicada por algum tempo em Saratoga Springs, New York no ano de 1851, e em 1852 no dia 6 de maio surgiu o primeiro número do vol. 3 da Review and Herald que foi impresso em Rochester, New York, em um prelo manual, com tipos comprado graças às primeiras contribuições gerais dos crentes no "segundo advento". O custo total do prelo e do material foi de US$ 652,93; a contribuição para este fim foi de US$ 655,84 dólares. Em agosto daquele ano apareceu em Rochester, New York, o nº 1 do Youth’s Instructor, especialmente dedicado à Escola Sabatina.

Fixou-se o preço para uma assinatura da Review and Herald em 1853, que foi publicada semanalmente durante este ano. Foram ainda organizadas as primeiras Escolas Sabatinas regulares em Rochester e Buck’s Bridge em New York, onde também iniciou-se a primeira escola paroquial daquela que em anos mais tarde seria constituída como Igreja.

O Pr. J. N. Loughborough fez as primeiras vendas em 1854 de publicações Adventistas do Sétimo Dia em uma reunião de tenda, em Rochester. O conjunto das publicações à venda custava então 35 centavos de dólar.

No ano seguinte, em uma reunião realizada em Battle Creek, Michigan em 23 de setembro, resolveu-se mudar a sede da obra para Battle Creek. O primeiro número da Review and Herald foi publicado ali e datava de 4 de dezembro.

Em 1859 foi adotada a "doação sistemática baseada no dízimo", em uma reunião geral dos observadores do sábado celebrada entre 3 e 6 de junho, em Battle Creek, Michigan.

Somente em 1º de outubro de 1860 é que foi adotado o nome de "Adventistas do Sétimo Dia", como nome da denominação. Até então a mensagem e a obra eram distinguidas pelas palavras: "do segundo advento".

Foi inaugurada The Review and Herald Seventh-day Adventist Editorial Association (Associação Editorial Adventista do Sétimo Dia Review and Herald) em 3 de maio de 1861. E neste ano pela primeira vez foram nossas Igrejas formalmente organizadas. A Associação de Michigan foi a primeira a ser organizada no dia 5 de outubro.

A Associação de Michigan foi a primeira a estabelecer um sistema regular de pagamento para os pastores, cujos salários eram fixados por uma comissão examinadora de contas em 1862.

No ano seguinte, organizou-se a Associação Geral do Adventistas do Sétimo Dia, a 21 de maio, com a presença de 20 delegados de seis associações, e foi nomeada uma junta executiva de três membros.

Foi em 1864 que o governo norte-americano reconheceu os Adventistas do Sétimo Dia como não combatentes, e os designa aos serviços dos hospitais durante a guerra civil.

Surgiu em 1865 a primeira publicação sobre saúde How to Live (Como Viver) escrito por Ellen G. White.

Em 1º de agosto de 1866 aparece o primeiro número de Health Reformer (Reformador da Saúde); seu redator foi o Dr. H. S. Lay e no dia 5 de setembro foi aberto o primeiro sanatório Adventista, em Battle Creek, Michigan, sob a direção do Dr. H. S. Lay.

Em 1868 foi organizada a primeira sociedade missionária de publicações em South Lancaster, Massachusetts. J. N. Loughborough e D. T. Bourdeau iniciam a obra na Califórnia no dia 13 de agosto de 1868.

No dia 6 de novembro de 1870 é organizada a primeira sociedade missionária de publicações de uma associação, a de Nova Inglaterra. Dois anos mais tarde os Adventistas iniciam seu primeiro periódico em outro idioma além de inglês. Era o Advent Tidende (Revista Adventista) em dinamarquês-norueguês, editado pelo Pr. J. G. Matteson, nas dependências da Review and Herald, Battle Creek, em 3 de junho, sob a responsabilidade da junta da Associação Geral e dirigida pelo Prof. G. H. Bell. Neste ano também é estabelecida a primeira escola primária Adventista, em Battle Creek.

Em 1874, no dia 11 de março incorpora-se a Sociedade Educacional Adventista do Sétimo Dia. Nesse ano foi fundado o colégio de Battle Creek, que iniciou sua obra escolar com treze professores e 279 alunos matriculados. O custo total do edifício foi de US$ 53.341,95. O primeiro número de Signs of the Times (Sinais do Tempos) foi editado em Oakland, Califórnia, a 4 de junho. Saiu de Boston para a Europa o primeiro missionário oficial enviado a um campo estrangeiro, Pr. J. N. Andrews neste mesmo ano.

No ano seguinte, em 1875, mais precisamente em 1º de abril foi incorporado em Oakland, Califórnia, a Pacific Seventh-day Adventist Publishing Association, com um capital subscrito de US$ 2.900,00.

Passados dois anos foi organizada na Califórnia a primeira Associação de Escolas Sabatinas abrangendo um Estado, e em 1878 foi organizada a Associação Geral da Escola Sabatina e são recebidas as primeiras contribuições da Escola Sabatina. A segunda instituição de saúde é aberta em 1879: a Rural Health Retreat, em Santa Helena, Califórnia.

No ano de 1880 foi celebrado o primeiro batismo de Adventistas na Inglaterra a 8 de fevereiro, quando J. N. Loughborough batizou seis pessoas em South Hampton. O primeiro colportor regular Adventista foi Jorge A. King, sendo o primeiro livro subscrito um livro sobre que falava sobre as profecias de Daniel e Apocalipse. O primeiro comprador deste colportor e deste livro foi D. W. Reavis.

Na Dinamarca é organizada a primeira associação Adventista da Europa. É estabelecido também neste ano um sanatório em Skodsborg, perto de Copenhague, sob a direção do Dr. J. C. Ottosen. Este sanatório era patrocinado por membros da realeza e outros notáveis europeus. Chegou a ser um dos maiores da denominação Adventista.

São abertas em 1882 outras escolas: o colégio de Healdsburg na Califórnia, a 11 de abril (inaugurado a 2 de outubro), e a escola da South Lancaster, Massachusets, a 19 de abril (incorporada a 12 de dezembro de 1883). No ano seguinte é publicado o primeiro Yearbook (Anuário) da denominação Adventista do Sétimo Dia e em 1884 inicia-se em Battle Creek, Michigan, o primeiro curso para enfermeiros entre os Adventistas.

Na Europa, em 1885 inicia-se a obra dos colportores remunerados por comissão.

L. R. Conradi é enviado à Rússia como o primeiro missionário Adventista a um país não protestante em 1886 e no de 1887 foram enviados os primeiros missionários para a África: D. A. Robinson, C. I. Boyd e outros.

A primeira Associação Nacional de Liberdade Religiosa em Battle Creek foi estabelecida em 1889. O nome é mudado mais tarde para torná-la internacional, e em 1901, chegaria a ser um departamento da Associação Geral. Passado um ano desta associação, o primeiro navio missionário Pitcairn é construído e lançado à água para levar a mensagem às ilhas do Pacífico do Sul. Este navio saiu de S. Francisco a 20 de outubro. Em julho é publicado o periódico Our Little Friend (Nosso Amiguinho).

Cinco anos mais tarde, surge a primeira União, a Australasiana. Inicia-se ainda a obra missionária em terras pagãs, em Matabelelândia, África do Sul.

As mulheres Adventistas através da Srta. Geórgia Burrus têm papel importante no ministério quando ela chega à Índia em janeiro de 1895 para iniciar a obra em favor das mulheres. F. H. Westphal vai como primeiro pastor Adventista para a América do Sul e se estabelece na Argentina.

Em 1896 Ellen G. White põe a pedra fundamental do primeiro edifício escolar em Cooranbong na Austrália. Ela ainda permaneceria nove anos naquele país. Chegam os primeiros missionários ao Japão, a 19 de novembro.

No ano de 1899 começa a funcionar a Christian Braille Foundation em Battle Creek, Michigan, que em janeiro de 1900 edita os primeiros 75 exemplares de publicações para cegos. Na virada do século, em 1901 na Assembléia da Associação Geral, foram feitos planos para a organização de Uniões em todo mundo. Um plano baseado no sistema de orçamento, ou fusão dos recursos, foi adotado para a expansão das missões e para fortalecer a obra nas associações mais fracas. Em Nashville, Tennessee, estabelece-se a Southern Publishing Association. A sede dos Adventistas do Sétimo Dia muda-se para Washington, D.C., a 10 de agosto de 1903 e dois anos mais tarde estabelece-se em Loma Linda um centro de educação médica, o Colégio de Médicos Evangelistas, que receberia a aprovação inicial em 1909.

No ano de 1907 em Mount Vernon, Ohio, é organizado o departamento de jovens da Associação Geral. Publica-se em 1908 a primeira Devoção Matinal. A Associação Geral adotou o plano da Recolta Anual, com base nas experiências feitas desde 1903 por Jasper Wayne, de Iowa. É organizada a escola por correspondência em 1909, para ajudar os estudantes isolados a obterem uma educação cristã.

Um ano mais tarde, no fim do ano, foi adotado um fundo geral de jubilação para sustentar os obreiros incapacitados e afastados, bem como as viúvas e filhos necessitados dos obreiros falecidos.

Passaram-se 50 anos da fundação da Associação Geral, e em 1913 a Igreja Adventista do Sétimo Dia (IASD) adota a organização por Divisões. Três anos mais tarde, organiza-se a Divisão Sul-Americana da IASD. A Divisão do Extremo Oriente foi fundada em 1917 e seria reorganizada em 1931 como Divisão Sul-Asiática da IASD. Foi em 1920 que a Divisão Sul-Africana da IASD foi organizada e dois anos depois estabelece-se a Divisão Australasiana e a Inter-americana da IASD.

Funda-se em 1928 a Divisão Sul Européia, a Divisão Central Européia (reorganizada posteriormente em 1948) e a Divisão Norte Européia (reorganizada posteriormente em 1951). Estabelece-se em 1934 nos Estados Unidos o Seminário Teológico Adventista, para estudos superiores.

A Voz da Profecia, programa radiofônico Adventista, inaugura uma transmissão que abrange toda a América do Norte em 1942. Em 1948 começa a publicação da revista Listen, com a finalidade de partilhar instrução científica para evitar o consumo do álcool e o vício de narcóticos.

Inicia-se na América do Norte o Clube de Desbravadores em 1950. Instituição da Igreja que reúne crianças e adolescentes em atividades esportivas, culturais, sociais, educacionais e religiosas. A Revista Vida e Saúde para cegos (Life and Health), foi publicada nos Estados Unidos em 1951. Em outubro deste ano acrescenta-se ao Colégio Médico de Loma Linda uma escola de odontologia. Também é organizada a Divisão do Oriente Médio da IASD, com as missões do Levante e do Nilo.

O Centenário da Escola Sabatina, departamento da IASD dá-se em 1952. No ano de 1955 foi criado o Chapel Records da Pacific Press, para produzir discos e fitas magnéticas especialmente destinados à música religiosa. A Escola Sabatina neste ano arrecada 100 milhões de dólares para as missões. O número de Adventistas ultrapassa o seu primeiro milhão.

É criada a Universidade Adventista de Potomac em 1957, em Takoma Park, MD, mudada parcialmente para Berrien Springs, Michigan, em 1959. Atualmente se chama Universidade Andrews. As Publicações inter-americanas se mudam de Brookfield, Illinois, para Mountain View, Califórnia em 1959. Dois anos depois foi criada a Universidade de Loma Linda, na Califórnia, abrangendo o que foi o Colégio de Médicos e os cursos superiores do Colégio de La Sierra.

No final da década de 60, a IASD alcança 2 milhões de membros, e no primeiro ano da década de 70 a Rádio Adventista Mundial inicia sua operação em Portugal. O Centro de Assistência Social Adventista em Viena na Áustria, é inaugurado em 1972, onde centenas de casas são atendidas diariamente, com o objetivo de cuidar de pacientes recém-saídos do hospital, ou mães incapacitadas com crianças pequenas.

O Número de membros da IASD ultrapassa os 3 milhões em 1978. Entre 1982 e 1985 é lançado o programa "Mil Dias de Colheita", campanha evangelística da IASD no mundo, com o objetivo de pregar a Palavra de Deus a um milhão de pessoas: mil pessoas em cada dia dos mil dias de colheita.

Os irmãos Australianos celebram 100 anos na Igreja de Avondale em 1985, enquanto a Igreja de Cabo Verde comemora 50 anos de fundação. Também uma Grande Igreja é dedicada em Praga na Tchecoslováquia; a ADRA ainda dá assistência no terremoto do México.

Passados oitos anos o número de membros da IASD ultrapassa os 5 milhões. No ano de 1987 a Rádio Adventista Mundial alcança metade do planeta, e o Hospital Ile Ile, da Nigéria, retorna às mãos dos Adventistas. Em Mali, na tribo de Bambara, a ADRA constrói um Centro Evangelístico de palha e taipa por US$ 2,50, e a Divisão Inter-Americana ultrapassa a marca de um milhão de membros.

Foi em 1988 que o Hospital das Guianas difundiu pelo rádio mensagens sobre saúde, e a França foi a anfitriã da Convenção de Comunicação de locutores das rádios Adventistas da Europa. O Congresso na Dinamarca atrai jovens de 20 países, e o Centro Ecumênico do Canadá recebe livros Adventistas.

No ano seguinte, a Associação Geral muda-se para Silver Springs, Maryland, a Austrália hospeda representantes de 19 países para o II Seminário da Associação Internacional de Alimentos Saudáveis em New South Wales.

Em 1990, é organizada a Divisão Euro-Asiática da IASD. O projeto da Missão Global foi votado seria posteriormente implantado pela Igreja mundial por ocasião da Associação da Conferência Geral reunida em Indianápolis, nos Estados Unidos. Esse projeto teve como objetivo atingir áreas geográficas sem presença Adventista até o ano 2000. Os crentes da Albânia encontram a fé após 50 anos de isolamento e a Igreja estabelece presença oficial na antiga Cambodia, em 1991.

A presença da IASD nas ilhas de Barbados e a faculdade Adventista de enfermagem da Califórnia celebram 100 anos de existência. Na União Soviética a Igreja imprime 100 mil Bíblias, e uma série de conferências atrai mais de mil pessoas por noite na Romênia. Dez Igrejas inauguram escolas em New York. Número de membros da IASD ultrapassa os 7 milhões e em 1992 os Adventistas estabelecem presença em Zanzibar, Tanzânia. Também é fundada na Polônia a Associação de Liberdade Religiosa. Em Malawi, os Adventistas iniciam um Programa de Emergência de Alimentação, e a Inglaterra celebra o bicentenário das missões.

Já em 1993, o número de membros da IASD ultrapassa os 8 milhões. Acontece neste ano ainda o primeiro batismo na Mongólia e o colégio de Heldeberg, na África do Sul, faz 100 anos. O evangelismo na Ucrânia resulta em 297 batismos. Em Moscou na Rússia mais de 10 mil visitantes assistiram o final da série de conferência com Mark Finley, orador do programa "Está escrito" nos Estados Unidos.

Foi dedicada a primeira Igreja na Albânia em 1994, e o Paradise Valley Hospital, na Califórnia, completa 90 anos de ministério. O Museu Adventista é inaugurado em Fridensau, Alemanha. A Igreja Adventista de Laos na União Sudeste Asiática reabre após 33 anos de forte perseguição política. A ADRA inicia um Hospital Distrital para os Refugiados da Ruanda.

Foi em 1995 que a IASD se estabeleceu em Sri Lanka e os escritos da Sra. Ellen G. White ficam à disposição na Internet pela primeira vez. Um novo Centro de Saúde é aberto na Colômbia, e a construção do novo Centro de Câncer na Flórida é iniciado. É organizada a primeira Igreja de fala inglesa no Egito. A Igreja cresce, e o número de membros da IASD ultrapassa os 9 milhões em todo o mundo

O Centenário da Igreja Adventista em Crespo na Argentina se dá em 1996, e foi nesta ocasião que esta Igreja foi confirmada como a primeira Igreja Adventista do Sétimo Dia na América do Sul. A Mongólia tem sua primeira Igreja Adventista fundada em 1997, onde a conversão ao cristianismo implica no abandono da nacionalidade. O Número de membros da IASD ultrapassa os 10 milhões e na Divisão Sul-Americana neste ano, foram registrados os seguintes números: 131.151 pessoas uniram-se à IASD, sendo no Brasil - 80.651; no Peru – 28.245; na Bolívia – 7.668; no Chile – 5.071; na Argentina – 4.788; no Equador – 3.238; no Paraguai – 1.097 e no Uruguai – 393. A Igreja comemora 100 anos na Islândia. Quase 7 mil pessoas foram batizadas na Coréia, aumentando o número de Adventistas para aproximadamente 150 mil.

Ainda em 1997, inaugurou-se o primeiro templo Adventista na cidade de São Petesburgo, Rússia, embora houvesse presença Adventista desde 1880.

Em 1998 os Adventistas ampliam presença na Internet, através de viagens missionárias virtuais, programas evangelísticos, recursos de treinamento e informação. A Rádio Mundial Adventista começa a transmitir suas mensagens em ondas médias para a China, gerando uma Igreja no Vietnã. A IASD comemora 50 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos, e os Adventistas nas Ilhas Fiji atingem o número de 17 mil. Comemora-se o Centenário do Ministério da Mulher e o primeiro encontro do Ministério da Mulher na Tailândia, com a participação de duas divisões e 13 países. A revista Message, cujo nome original era Gospel Herald, direcionada para os negros da América do Norte, comemora 100 anos. No Batismo da Primavera 26.720 juvenis e jovens uniram-se à IASD na América do Sul. Foi inaugurada, na Universidade Andrews, uma escultura em homenagem a seu patrono, John N. Andrews.

Comemorou-se em 1999 o Centenário de Fridensau na Alemanha, como o primeiro colégio fundado na Europa. 150 anos do Ministério de Publicações (1849-1999) também foram comemorados e ainda 40 mil pessoas se uniram à IASD como resultado da Net 98. A Aviação Mundial Adventista preparou uma aeronave para atuar em Roraima (fronteira entre Brasil, Guiana e Venezuela). Um Pastor Adventista na Inglaterra foi escolhido como pregador do ano e no ano de 2000 aconteceu no Brasil a comemoração do Centenário da Casa Publicadora Brasileira.

História no Brasil

Este é um relato cronológico sobre a história da Igreja Adventista no Brasil. Ele foi elaborado de maneira sucinta apresentando somente as informações mais relevantes em cada ano.

Muitos outros acontecimentos entretanto, tiveram lugar na história e muitos outros personagens participaram destes acontecimentos, contudo não foi possível fazer menção a eles.

Assim, pedimos desculpas e também parabenizamos a todos estes que foram os pioneiros desta Obra Santa, e temos plena convicção que se não os mencionamos aqui por nossa falha, Cristo no Céu tem os seus nomes escritos no Livro da Vida.


1879: Deu entrada no Brasil, através do porto de Itajaí, SC, o primeiro pacote de literatura adventista que continha 10 exemplares do periódico Stimme der Warheit (Voz da Verdade), publicado em Battle Creek, Estados Unidos.

1884: Um alemão por nome Dresler, professor primário em Brusque, SC, resolveu voluntariamente tomar sobre si o encargo de pagar e distribuir toda publicação adventista que lhe chegasse às mãos. Ele não era adventista e sua conduta até pouco recomendável, pois era um alcoólatra.

1887: Guilherme Belz, residente em Gaspar Alto, SC, deparou-se com o livro Gedanken über das Buch Daniel (Comentários sobre o Livro de Daniel) de Urias Smith.

1890: Em princípios desse ano Guilherme Belz e família, seguidos por vários vizinhos, inclusive as famílias Olm, Look e Thrun, decidiram guardar o sábado, mesmo sem conhecer qualquer adventista.

1893: Chega ao Brasil, desembarcando em São Paulo, o primeiro missionário designado pela Associação Geral da IASD, o colportor Albert B. Stauffer.

1894: Chega ao Brasil, desembarcando no Rio de Janeiro, o segundo missionário adventista, o colportor W. H. Thurston acompanhado da esposa, vindos dos Estados Unidos. Sua missão era estabelecer naquela cidade um depósito de livros denominacionais para suprir as necessidades da colportagem local.

1895: Em abril desse ano o Pr. Francisco H. Westphal realizou o primeiro batismo de conversos adventistas no Brasil, na cidade de Piracicaba, interior de São Paulo. O segundo batismo ocorreu em Rio Claro, no mesmo Estado. Depois houve outros batismos em Indaiatuba, Brusque e Gaspar Alto, esses dois últimos em Santa Catarina. Chega ao Brasil o primeiro pastor, por nome Huldreich Graf. Criada a Missão Brasileira da IASD e organizada a primeira igreja no Rio de Janeiro. No dia 14 de dezembro, o Pr. Graf realiza um batismo de 23 pessoas em Santa Maria do Jetibá, ES.

1896: Nesse ano foi organizada a Igreja Adventista de Gaspar Alto, SC, sob a supervisão do Pr. Huldreich Graf. Em 1º de julho passou a funcionar em Curitiba, PR, o primeiro educandário adventista, Colégio Internacional de Curitiba, dirigido pelo Prof. Vicente Schmidt e logo a seguir pelo Prof. Guilherme Stein Jr. Chega ao Brasil o segundo pastor, Frederico W. Spies, vindo da Alemanha, onde havia sido Diretor de Colportagem.

1897: Em 15 de outubro foi estabelecida uma escola missionária adventista em Gaspar Alto, SC, iniciada pelo Prof. Guilherme Stein Jr.

1900: Inicia-se no Rio de Janeiro a publicação da mensagem adventista em língua portuguesa com a edição da revista O Arauto da Verdade; em 1913 passou a se chamar Sinais dos Tempos, e em 1923 O Atalaia.

1902: A Missão Brasileira da IASD passa a ser Associação Brasil (atual associação Rio de Janeiro, que foi reorganizada em 1951, em 1980 e em 1998) com 15 igrejas e 860 membros.­

1903: Uma segunda escola missionária foi fundada em Taquarí, RS, tendo como seu primeiro diretor o Prof. Emílio Schenk.

1905: Com o nome de "Sociedade Internacional de Tratados no Brasil," a tipografia em Taquari, Rio Grande do Sul, inicia sua produção.

1906: Inicia-se a publicação da Revista Trimestral (erroneamente chamada Trimensal). Em 1908 foi substituída pela Revista Mensal, e de 1931 em diante passou a denominar-se Revista Adventista. Funda-se as seguintes associações e missões da IASD: Associação Sul-Riograndense é composta de seis igrejas e 444 membros, enquanto que Associação Paraná-Santa Catarina tem 12 igrejas e 427 membros. A Missão Paulista é composta de apenas uma igreja com 23 membros e a Missão Norte tem três igrejas com 176 membros.

1907: Transfere-se para Santo André, São Paulo, próximo à estação de São Bernardo, a tipografia adventista de Taquari, que mais tarde passou a se chamar "Casa Publicadora Brasileira."

1908: Chegam da Alemanha para a Casa Publicadora dois prelos movidos com motor a gasolina.

1910: Em face de novos e mais abarcantes planos, e também devido a não estar bem localizada, a IASD decidiu fechar a escola de Taquari. É estabelecida a Associação Espírito-Santense, que foi reorganizada em 1955 e 1980.

1911: É organizada a União Brasileira com sete campos, 68 igrejas e 1.550 membros.

1915: É fundado o Colégio Adventista Brasileiro, hoje Instituto Adventista de Ensino - Campus 1 (IAE- C1).

1919: É organizada duas uniões no Brasil: a Sul e Este. A Missão Bahia é composta de uma igreja com 91 membros.

1920: É ordenado ao ministério o primeiro pastor evangelista brasileiro, Pr. Joseph Amador dos Reis. O Brasil já tem 12 campos, 68 igrejas e 3.571 membros.

1921: Estabelecida a Missão Mato-Grossense com cinco membros.

1922: No então Colégio Adventista gradua-se a primeira turma de formandos do seminário de Teologia. É fundada a Associação Paulista com 750 membros. No país existe 84 igrejas e 7.015 membros.

1924: O Pr. J. Berger Johnson, então gerente da Casa Publicadora Brasileira, realizou no dia 29 de novembro o batismo dos primeiros conversos no Estado de Goiás.

1927: Fundada a Associação Brasil Central da IASD.

1928: Iniciou-se o trabalho entre os indígenas carajás, na missão do Rio Araguaia, pelo Pr. A. N. Allen. Funda-se o Ginásio Adventista de Taquara, hoje Instituto Adventista Cruzeiro do Sul (IACS), no Rio Grande do Sul.

1931: No vasto Amazonas a lancha médico-missionária "Luzeiro I", pilotada pelo missionário Leo B. Halliwell, iniciou o grande trabalho filantrópico da região.

1932: Organizada a Missão Nordeste da IASD.

1936: Organiza-se a União Norte-Brasileira da IASD, com a Missão Costa-Norte. Foi estabelecida a Fábrica de Produtos Alimentícios Superbom, anexo ao Colégio Adventista Brasileiro.

1937: A União Norte Brasileira da IASD é organizada com três igrejas e 226 membros.

1939: Inicia-se a publicação da revista Vida e Saúde. O Dr. Antônio Alves de Miranda passou a dirigir uma pequena clínica, estabelecida na capital de São Paulo, sob o nome de Sanatório Boa Vista, precursor do Hospital Adventista de São Paulo. Foi fundado o Instituto Teológico Adventista, hoje Instituto Petropolitano Adventista de Ensino (IPAE), em Petrópolis, RJ.

1940: O Brasil já conta com 11 campos, 106 igrejas e 13.849 membros.

A Associação Baixo-Amazonas, bem como a Missão Central Amazonas e Federação Sul-Paranaense da IASD são organizadas.

1942: Funda-se em São Paulo a Casa de Saúde Liberdade, hoje Hospital Adventista de São Paulo (HASP). A Clínica de Repouso White foi estabelecida no Rio de Janeiro, sob a direção do Dr. Chester S. Schneider, sendo substituída, em 1948, pelo moderno Hospital Adventista Silvestre (HAS).

1943: Funda-se o Educandário Nordestino Adventista (ENA), em Belém de Maria, PE. O programa de "A Voz da Profecia" começa a ser irradiado através de 17 emissoras, sob a direção do Pr. Roberto M. Rabello.

1947: Funda-se, em Butiá, PR, o Ginásio Adventista Paranaense, hoje Instituto Adventista Paranense (IAP), transferido posteriormente para Curitiba e anos mais tarde para o município de Ivatuba, PR, onde está atualmente.

1948: Iniciou-se o curso de enfermeiro-padioleiro, sob o comando de Pr. Domingos Peixoto da Silva, então Secretário da Liberdade Religiosa e Deveres Cívicos para o Brasil. Estabelecido o Hospital Adventista Silvestre no Rio de Janeiro.

1949: Em Santo Amaro, SP, foi estabelecido o "Lar da Velhice". No município de Sumaré, próximo de Campinas, interior de São Paulo, começou a funcionar o Ginásio Adventista Campineiro, hoje Instituto Adventista São Paulo (IASP).

1950: Na capital do estado do Pará, Belém, começa a funcionar o Hospital Adventista de Belém (HAB). Sob a direção do Dr. Edgar Bentes Rodrigues, teve início a Clínica Adventista de Mato Grosso, depois conhecida como Hospital Adventista do Pênfigo, e hoje como Hospital Adventista de Campo Grande, na cidade de Campo Grande. O país conta com 106 igrejas divididas entre 13 campos, e 13.849 membros.

1953: Surge a revista Nosso Amiguinho, destinada ao público infanto-juvenil.

1955: Fundada a Associação Minas Gerais da IASD, que foi reorganizada em 1968, 1980 e 1983.

1956: Realiza-se o primeiro congresso Sul-Americano da Juventude Adventista no Hotel Quitandinha, em Petrópolis, RJ. Comemorou-se ali o 40º aniversário da Divisão Sul-Americana da IASD.

1957: Com a divisão da Associação Paraná-Santa Catarina surge a Missão

Catarinense, com sede em Florianópolis, hoje chamada Federação Catarinense da IASD.

1958: É lançada a revista Mocidade para os jovens brasileiros.

1960: O Brasil passa da casa dos 59 mil membros divididos entre 279 igrejas.

1961: É fundado o primeiro Clube de Desbravadores do Brasil, na cidade de Ribeirão Preto, SP, bem como o Instituto Adventista Grão-Pará em Belém, PA.

1962: O programa evangelístico "Fé para Hoje" passa a ser transmitido pela TV em São Paulo, sob a direção do Pr. Alcides Campolongo.

1963: É fundado o Educandário Espírito-Santense Adventista (EDESSA), no município de Colatina, ES. Inaugurado o primeiro templo no Distrito Federal, em Taguatinga.

1968: É doado pelo INCRA área para o estabelecimento do Instituto Adventista Agro-Industrial da Amazônia Ocidental, em Mirante da Serra, RO.

1969: Começa a funcionar a Faculdade Adventista de Enfermagem (FAE), no IAE, SP.

1970: Com 15 campos e 554 igrejas o país chega a 150.580 membros.

1972: Em julho desse ano é fundado o Lar Infantil Neanderthal, em Hortolândia, SP.

1973: Inicia-se a programação radiofônica "Uma Luz no Caminho", sob a orientação do Pr. Paulo Sarli. Começa a funcionar a Faculdade Adventista de Educação (FAED), no IAE, SP.

1974: É fundado o Instituto Adventista Agro-Industrial (IAAI), em Manaus, AM.

1975: O Centro Educacional Ilustrado (CEI) inaugura sua sede em Santo Amaro, SP.

1976: Inaugurada em Brasília, no dia 22 de junho, a nova sede da Divisão Sul-Americana da IASD, transferida de Montevidéu, Uruguai, para o Brasil.

1977: Fundação da Clínica Médica Adventista em Manaus, bem como a formação do Grupo Hospitalar Adventista do Brasil (GHAB). Aquisição pela Golden Cross do Hospital São Lucas, no Rio de Janeiro, incorporado ao GHBA.

1978: Com a divisão da Associação Paulista da IASD em dois campos, são fundadas as Associações Paulista Oeste e Paulista Leste. Inauguração do edifício do Seminário Adventista Latino-Americano de Teologia (SALT) no IAE-SP. Em março desse ano, o Lar Adventista Paul Harris de Apucarana, PR, começa suas atividades, bem como o Hospital Adventista de Manaus. O Instituto Adventista Transamazônico Agro-Industrial foi inaugurado.

1979: Foi fundado o Instituto Adventista de Ensino do Nordeste (IAENE), no Estado da Bahia. Com a divisão da Missão Mato-Grossense da IASD, surge a nova Missão Mato-Grossense em Cuiabá, na União Sul-Brasileira.

1980: Com a divisão da Missão Central-Amazonas da IASD, surge a Missão Amazônica Ocidental, com sede em Porto Velho, Rondônia, na União Norte-Brasileira. Estabelecido o Colégio Adventista de Salvador. Aquisição do Hospital Santa Mônica, Belo Horizonte e da Clínica Adventista de Terapia Natural, (São Roque) em Ibiúna, SP, ambos incorporados ao GHBA.

1981: Estabelecimento do programa de mestrado em Teologia pelo Seminário Adventista Latino-Americano (SALT), do IAE/SP (Reitor: Dr. Mário Veloso), junto a Divisão Sul-Americana, bem como do Instituto Adventista do Nordeste. É fundado o Instituto Adventista Brasil Central, próximo à cidade de Anápolis, GO. Aquisição do terreno para a construção do Instituto Adventista Catarinense, entre as cidades de Blumenau e Joinville, no Estado de Santa Catarina.

1982: Inicia-se a transmissão do programa de TV "Encontro com a Vida" com o Pr. Roberto Conrad. Inauguração do Hospital Adventista de Vitória, incorporado ao GHBA. A Federação Paulista Leste da IASD é fundada.

1983: O Hospital Adventista Silvestre inaugura novas instalações para os setores de dietética e administração. Enquanto a compra da fazenda para o novo IAE é feita, é estabelecido o Instituto Adventista de Ensino de Minas Gerais (IAEMG). As missões Brasil Central e Catarinense adquirem novo status, passando a Associações. A Associação Paulista Leste da IASD é dividida em Leste e Sul.

1984: Iniciada a execução do projeto da nova Casa Publicadora Brasileira, bem como é lançada a pedra fundamental no Novo IAE, em Artur Nogueira, SP. Missão Mato-Grossense ganha novo prédio para acomodar a administração do campo. Realizado, em Foz do Iguaçú, o I Campori Sul-Americano de Desbravadores, com a presença de 3.500 desbravadores de oito países, e o I Congresso da Associação Ministerial Feminina (AFAM) de Porto Alegre, RS. Dos 52% dos brasileiros que já ouviram falar nos adventistas mais da metade desconhece inteiramente a sua mensagem.

1985: É inaugurado o Instituto Adventista Brasil Central (IABC)

1986: Reorganizada a União Sul Brasileira da IASD, que se dividiu formando a União Central Brasileira.

1987: Com a presença de representantes da Associação Geral da IASD, foi fundado no IAE o "Centro de Pesquisas Ellen G. White".

1988: Organizada a Missão Maranhense, bem como a Missão Sergipe-Alagoas. Cursos de Letras e Ciências são acrescidos à Faculdade de Educação. No primeiro ano do Centro de Produção Artística (CPA/IASP) 57.919 pessoas foram atingidas através de concertos, semanas de oração, concílios, cultos, programas jovens, congressos, vigílias e acampamentos, e como resultado 1.140 não adventistas pediram estudos bíblicos.

1989: Divisão da Associação Paulista Oeste da IASD em duas: Paulista Oeste e Paulista Central.

1990: Compra de uma grande lancha para o trabalho missionário no Rio Purús, da Missão Central Amazonas.

1991: Divisão da Federação Paulista Sul da IASD em duas: Paulistana e Paulista Sul. Em 3 de novembro é lançado o programa de televisão "Está Escrito" na Rede Bandeirantes. Os adventistas são em número de 706.409.

1992: Organizada a Associação de Obreiros Jubilados Adventistas de Hortolândia (AJAH), com sede própria à partir de agosto. A Missão Global penetra em 1.200 novas áreas no Brasil.

1993: O programa "Revive" na praia de Camburi em Vitória, ES, tem audiência em média de 15 mil por noite.

1994: Estabelecida a Federação Planalto Central da IASD, com sede administrativa em Brasília, DF.

1995: Criado o Sistema Adventista de Comunicação (SISAC).

1996: Fundada a União Nordeste Brasileira da IASD, bem como a Missão Ocidental Sul Riograndense. Celebração do centenário da educação adventista. Inaugurada a nova sede do SISAC em Nova Friburgo, RJ.

1997: Número de Adventistas nas Uniões Brasileiras: Central – 11.817; Este – 8.652; Nordeste – 15.937; Norte – 18.460; Sul – 7.671. Inauguração do Centro Adventista de Vida Saudável (CAVS) em Nova Friburgo, RJ, bem como da Clínica Médica em Porto Alegre.

1998: Realizada a primeira defesa pública, pelo Pr. Luiz Nunes, de tese doutoral pelo SALT, bem como o I Simpósio da Memória Adventista no Brasil com o tema "História do IAE-Ct, 15 anos", ambos no IAE- C2. O Instituto Adventista Cruzeiro do Sul (IACS) comemora 70 anos. O número de adventistas no Brasil chega a 882.352.

1999: Reorganizada a Missão Nordeste Brasileira da IASD, composta agora pelos Estados da Paraíba e Rio Grande do Norte, criando a Associação Bahia Sul, e a Associação Pernambucana. 50 anos do Instituto Adventista de Ensino (IASP). Conferido pelo MEC ao Instituto Adventista de Ensino o status de "Centro Universitário", com sede no IAE – Campus 1, em São Paulo.

2000: Centenário da Casa Publicadora Brasileira.

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